Quinta-feira, Novembro 05, 2009
"Tateia tua mão na minha, que só tenho essa vida pra compartilhar. aahh que me escutem!! São tão descrentes!!". Ela é dividida, seu amor está partido, e sua moradia é uma casa de sonhos, e ela vai te grifar nos livros. "Sejamos generosos, que desatemos esse nó. Orgulhosa e a sabida lábia, ela será sempre assim. Desatemos o nó!". Subindo a pedra mais alta, batizando-a com vinho barato, lhe disse: "Ah meu amigo, tu fala isso porque tens fome, que generosidade tu fala? Aqui, te dou dez pau pra te calar, e te calarei. Tenho que seguir um plano, é a mentira que eu me faço acreditar. Que meu sangue escureça, endureça em meio a essas divisões. Que me falem mal!! Que me matem todo dia por não reanimá-los com minha falta de sermão. Satisfazer-me-ei! Fiquem com tuas tragédias sagradas, que serão bem pagas depois, por mãos com ouro. Suas declarações são traiçoeiras porque são fugas, são adulações, é a fome falando, é a mãe falando, é a falta falando, é toda a falta falando. Como posso mentir? Estou naufragada. Eu não responderei por ninguém, e ninguém responderá por mim. Porque eu sinto, isso aqui é carne, isso aqui é cabeça pensando, é garganta falhando. Aqui mesmo, faço aqui seu altar e te confesso. Meus sentimentos não são roubados meu bom homem, e minha coragem é inegavelmente as minhas asas. Ninguém assumirá nada por mim, nem ela, nem eles, nem ninguém!! Que me matem todo dia."
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