Terça-feira, Janeiro 11, 2011
A minha rival que sustenta o prólogo de um erro, na mesma medida, do mesmo amor. Atrevido, veterano nesse campo de guerra, onde apenas se dar a plenitude do amor, não exiges. Não mentiste quando me despiu, e numa dança precipitada me beijou. A minha rival dançara comigo, ali, nos seus braços. Saciou o que podia, e correu como um garoto manhoso. Dançara com vocês dois, e muito antes eu a invoquei para dentro de mim, como uma santa, e me martirizei por paixão a minha devoção, a você. E eu gostei. Então você foge, continua a fugir me achando no risco, e na culpa. E você me aceita? Você diz aceito. E eu te aceito. Selado com um beijo do menino chorão.
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