Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Centro, ônibus pra qualquer lugar, ela reconhece, mais que as vagas companhias que inquietavam. Passe na mão, orgulho no peito, “que venha o mais vazio e me encarrego de entrar”. Movimentada pela saudade, queria sentir a água molhar suas roupas, prender a respiração no fundo, imaginar sendo feita d'água. Paralisada, escutando as vozes abafadas, os risos dando um contraste a sua vida. Mas quando abriu os olhos estava no ponto final, nas profundezas da cidade, encharcada.

3 comentários:

Priscila Canuto disse...

adoreii Saritaaaaaa!!
lembra-me um conto !!
bjokass

Marquinho's Pub disse...

contos fantásticos do cotidiano. Boa

_Thiago disse...

eu também adorei esse texto. está perfeito!!!